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	<title>Paraty-rj-br &#187; Notícias</title>
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		<title>Paraty CVB é certificado pelo Programa Carbono Compensado do LEPAC/UNICAMP</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 07:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paraty Online Meio Ambiente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Além da adesão, a instituição foi certificada e reconhecida pelo plantio de árvores na Rio-Santos, neutralizando suas próprias emissões. O certificado tem a chancela do LEPAC/UNICAMP e Flora Paraty, coordenadores do Programa. Em sintonia com suas novas finalidades, o Paraty Convention &#38; Visitors Bureau adere ao Programa Carbono Compensado do LEPAC/UNICAMP (Laboratório de Estudos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<p>Além da adesão, a instituição foi certificada e reconhecida pelo plantio de árvores na Rio-Santos, neutralizando suas próprias emissões. O certificado tem a chancela do LEPAC/UNICAMP e Flora Paraty, coordenadores do Programa.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-8921" title="cert_fig1" src="http://www.paratyonline.com/jornal/wp-content/uploads/2011/10/cert_fig1.jpg" alt="Paraty cert fig1 Paraty CVB é certificado pelo Programa Carbono Compensado do LEPAC/UNICAMP" width="300" height="212" /></p>
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<p>Em sintonia com suas novas finalidades, o Paraty Convention &amp; Visitors Bureau adere ao Programa Carbono Compensado do LEPAC/UNICAMP (Laboratório de Estudos e Pesquisas em Artes e Ciências) e Flora Paraty. O objetivo do Programa Carbono Compensado é conhecer o impacto poluidor das emissões de CO2 na região.</p>
<p>O cálculo do impacto pode ser realizado no site <a href="http://www.preac.unicamp.br/lepac/carbono/calcule.php" >http://www.preac.unicamp.br/lepac/carbono/calcule.php</a> e a compensação se dá a partir da aquisição de mudas de árvores nativas da Mata Atlântica plantadas às margens da BR-101, o que também inibe ou evita, pelo sombreamento, a existência do capim seco, onde o fogo encontra condições de se alastrar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-8914" title="carbono-neutro-paraty-cvb-2" src="http://www.paratyonline.com/jornal/wp-content/uploads/2011/10/carbono-neutro-paraty-cvb-2.jpg" alt="Paraty carbono neutro paraty cvb 2 Paraty CVB é certificado pelo Programa Carbono Compensado do LEPAC/UNICAMP" width="340" height="255" /></p>
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<p>A produção de mudas para o projeto é realizada pela Flora Paraty e na Fazenda São Gonçalo, com uma produção anual de 10.000 mudas de 10 espécies de árvores de crescimento rápido, de grande porte e folhagem perene, dentro dos padrões estabelecidos pelo antigo DNER (Departamento Nacional de Estradas e Rodagens). São usadas plantas de gêneros e famílias ricas em espécies pioneiras, como Euphorbiaceae, Sapotaceae, Leguminosae, Bombacaceae e Meliaceae.</p>
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<p>Esse plantio é reconhecido e autorizado explicitamente pela Superintendência Regional do DNIT no Estado do Rio de Janeiro. Desde 2001 já foram plantadas pelo menos 13.000 mudas de árvores em um trabalho de participação comunitária e educação ambiental. A partir de 2009 o projeto integra o Programa Carbono Neutro da Polícia Federal de Angra dos Reis, com o plantio de 500 árvores no Km 550 da Rio-Santos.</p>
<p>O projeto tem conseguido bons resultados, como por exemplo: evitar a queimada a partir das áreas lindeiras à estrada, a degradação da borda da Mata Atlântica remanescente e a emissão de CO2; promover o seqüestro de Carbono; recompor a flora; fazer a contenção de erosões e de taludes; e recompor a paisagem.</p>
<p>Empresas, escritórios e até mesmo residências podem aderir ao Programa Carbono Compensado. Com a adesão, os cálculos feitos e a quantidade de árvores estabelecida, as mudas serão plantadas ao longo da BR-101 e o certificado CARBONO COMPENSADO, emitido pelo LEPAC/Flora Paraty, poderá ser afixado em seu estabelecimento e ainda veiculado selo no site da empresa ou instituição.</p>
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<p>Para aderir ao Programa entre em contato com o LEPAC pelo e-mail <a href="mailto:%20lepac@reitoria.unicamp.br" >lepac@reitoria.unicamp.br</a> ou pelo telefone (24) 9828-8271. A partir de algumas informações do seu estabelecimento e atividades, como por exemplo, consumo de energia, produção de lixo, etc. serão realizados os cálculos de quanto carbono a empresa ou atividade emite anualmente e definida a quantidade de árvores necessárias para o plantio ao longo da BR-101.</p>
<p>A partir do plantio o seu estabelecimento começa a participar do processo de neutralização do carbono emitido pelo seu próprio negócio. As vantagens de aderir ao Programa CARBONO COMPENSADO – LEPAC são: neutralizar suas emissões de carbono, colaborando para reduzir o aquecimento global; evitar queimada ao longo da rodovia Rio-Santos, reduto da Mata Atlântica; embelezar a rodovia e os municípios da Costa Verde; recompor a vegetação natural removida pelas atividades humanas; diferenciar seu estabelecimento e/ou atividade como &#8220;ecologicamente correto&#8221;, recebendo o certificado emitido pelo LEPAC – Unicamp / Flora Paraty.</p>
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		<title>Prêmio da ONU pela Compensação de Carbono em Paraty</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 07:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paraty Online Meio Ambiente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O aluno da UNICAMP/LEPAC, Thierry Marcondes, foi um dos oito vencedores brasileiros do Programa Jovens Embaixadores Ambientais, realizado pela Bayer em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). O estudante de engenharia elétrica da Unicamp deu início ao projeto Carbono Compensado em Paraty, desenvolvido em parceria com a SEDUMA/PMP, que complementa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">O aluno da UNICAMP/LEPAC, Thierry Marcondes, foi um dos oito vencedores brasileiros do Programa Jovens Embaixadores Ambientais, realizado pela Bayer em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).</p>
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<div id="attachment_8827" class="wp-caption aligncenter" style="width: 350px"><img class="size-full wp-image-8827" title="carbono-paraty" src="http://www.paratyonline.com/jornal/wp-content/uploads/2011/10/carbono-paraty.jpg" alt="Paraty carbono paraty Prêmio da ONU pela Compensação de Carbono em Paraty" width="340" height="255" />
<p class="wp-caption-text">O estudante da Unicamp Thierry Marcondes (Foto: Divulgação)</p>
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<div>O estudante de engenharia elétrica da Unicamp deu início ao projeto Carbono Compensado em Paraty, desenvolvido em parceria com a SEDUMA/PMP, que complementa a ação de reflorestamento conhecida como Arborização da Rodovia Rio-Santos, no Litoral do Rio de Janeiro. Em outubro o jovem embarca para a Alemanha, onde vai concorrer ao prêmio de Embaixador Ambiental Mundial.</p>
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<p>O estudante de engenharia elétrica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foi um dos oito vencedores brasileiros do Programa Jovens Embaixadores Ambientais, realizado pela Bayer em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).</p>
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<div id="_mcePaste">Marcondes deu início ao projeto em fevereiro de 2010, na cidade de Paraty, onde é oferecida a disciplina de Educação Ambiental do Instituto de Biologia da Unicamp, coordenada pelo professor Carlos Fernando Salgueirosa Andrade. O ponto de partida para o projeto foi o interesse da Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (Seduma) do município em neutralizar suas emissões de gases que provocam o efeito estufa.</p>
</div>
<div id="_mcePaste">Foram feitos cálculos das emissões para a Seduma, e por seu intermédio outros serviços e estabelecimentos das cidades foram convidados a fazerem o mesmo. O estudante usou um questionário e cálculos disponíveis na internet para estimar o número de árvores a serem plantadas. Com os cálculos feitos, os estabelecimentos de serviços e comércio de Paraty deram início ao plantio de árvores para a neutralização de carbono emitido.</p>
<p>A partir do projeto, o estudante foi responsável pelo plantio de 2 mil árvores e pela neutralização de 350 toneladas de gases responsáveis pelo efeito estufa. O plantio foi oferecido dentro do Projeto Arborização da Rio-Santos, que atua na região desde 2002 e é responsável pelo plantio de 12 mil árvores ao longo dos últimos dez anos.</p>
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<div id="_mcePaste">A ação tem a participação da comunidade e conta com doações de empresas que aderiram ao programa. Marcondes ainda ajudou a divulgar o projeto e prestou serviços de consultoria para empresas da região interessadas em conhecer o impacto das emissões de carbono e entender como funcionam as calculadoras de carbono neutro. Graças ao projeto Carbono Compensado, o Laboratório de Estudos e Pesquisas em Artes e Ciências de Paraty (Lepac) da Unicamp já tem a sua própria certificação e o seu próprio método de medição.</p>
</div>
<div id="_mcePaste">O Programa Jovens Embaixadores Ambientais é realizado pela Bayer em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Entre os vencedores, quatro foram selecionados para uma semana especial de palestras, visitas e workshops no Rio de Janeiro e em São Paulo. Outros quatro, incluindo o campineiro Thierry Marcondes, vão conhecer outros projetos de sustentabilidade no Exterior.</p>
</div>
<div id="_mcePaste">Na Alemanha, os brasileiros vão participar de uma semana de aprendizado com 60 jovens de 17 países do mundo. Eles vão conhecer as instalações da matriz da Bayer, em Leverkusen, e as mais avançadas técnicas de sustentabilidade desenvolvidas no País.</p>
<p>Os estudantes ainda irão concorrer ao prêmio de Embaixador Ambiental Mundial da Bayer, que tem como prêmio mil euros para investimento no projeto socioambiental que o levou ao prestígio internacional. “O que foi determinante para a escolha destes jovens foi o nível de engajamento nas ações socioambientais”, afirma o coordenador de responsabilidade social da Bayer, Arturo Rodriguez.</p>
<p><strong> </strong></p>
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<div id="_mcePaste"><strong>Projeto </strong></p>
<p>Marcondes concluiu a disciplina, mas o Carbono Compensado continua vivo em Paraty, garantindo a preservação da Mata Atlântica. “O projeto continua ativo sim e hoje a Secretaria de Meio Ambiente de Paraty entrou em contato com a equipe do Carbono Compensado dizendo que já tem os cálculos para saber quantas árvores tem que plantar para compensar o seu próprio carbono”, afirma. Segundo ele, a expectativa é que o projeto seja ampliado para outros municípios.</p>
</div>
<div id="_mcePaste">Para o coordenador de Marcondes, Carlos Fernando Salgueirosa Andrade, o projeto está colhendo os resultados. “Ele já recebeu uma moção de aplausos da Câmara de Vereadores de Paraty e recebeu uma chancela do Ministério do Turismo para o programa Passaporte Verde, fornecido a cidades que estão ecologicamente mais adequadas. Mas o grande prêmio é o reconhecimento.” Atualmente, 4 mil mudas estão prontas para serem plantadas.</p>
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		<title>A estrada que liga Cunha a Paraty deve ser liberada em 3 meses</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 02:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paraty RJ - O Guia de Paraty</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paraty]]></category>
		<category><![CDATA[paraty cunha]]></category>

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		<description><![CDATA[A estrada que liga Cunha a Paraty deve ser liberada em 3 meses. A informação é do Departamento de Estradas de Rodagem do Rio de Janeiro, que está realizando trabalhos no trecho fluminense da rodovia. A notícia foi dada nesta terça feira (14), durante uma audiência realizada entre representantes do DER, do Instituto Chico Mendes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.paratyrj.com.br/wp-content/uploads/2009/04/paratycunha.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-197" title="paratycunha" src="http://www.paratyrj.com.br/wp-content/uploads/2009/04/paratycunha-150x150.jpg" alt="paratycunha" width="150" height="150" /></a>A estrada que liga Cunha a Paraty deve ser liberada em 3 meses. A informação é do Departamento de Estradas de Rodagem do Rio de Janeiro, que está realizando trabalhos no trecho fluminense da rodovia. A notícia foi dada nesta terça feira (14), durante uma audiência realizada entre representantes do DER, do Instituto Chico Mendes e o prefeito de Cunha.</p>
<p>Desde janeiro o trecho fluminense da Estrada Real, que liga Cunha a Paraty, está interditado. As fortes chuvas do fim de 2008 e do início deste ano causaram muitos estragos, como quedas de barreiras e grandes buracos, sem contar com pedras e árvores que deslizaram sobre a estrada.</p>
<p>Já o trecho do km 17 da rodovia que liga Cunha a Guaratinguetá continua interditado devido a erosões na pista. Não há previsão para liberar o tráfego no local.</p>
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